jueves, 25 de junio de 2009

Piadaa de Portugues... (Nada Contra)


Dois assaltantes portugueses invadiram um banco muito movimentado, renderam todos que estavam lá dentro e foram direto pros cofres. Manoel arrombou o primeiro e disse para o amigo Joaquim:— Olha só! Aqui não tem dinheiro! Só tem iogurte!— Raios! Que coisa estranha! Bom, mas se está no cofre, deve ser um iogurte muito bom! Vamos comer, ora pois!Depois de acabarem com todos os potes de iogurte do primeiro cofre, correram para o segundo. Este Joaquim abriu.— Não acredito! — gritou ele — Este também só tem iogurte!- Vamos comer! — disse Manoel, apressado.E lá se vai mais uma leva de iogurte. Então eles vão pro terceiro cofre. Este, com certeza, teria dinheiro.— Iogurte, iogurte, iogurte! — disse Manoel, empapuçado, olhando para um dos seguranças rendidos — Que banco é esse que só tem iogurte?O segurança olha para os dois portugueses e diz, em voz baixa:- Banco de Esperma, senhor!

Piadaa de Portugues... (Nada Contra)


Dois assaltantes portugueses invadiram um banco muito movimentado, renderam todos que estavam lá dentro e foram direto pros cofres. Manoel arrombou o primeiro e disse para o amigo Joaquim:— Olha só! Aqui não tem dinheiro! Só tem iogurte!— Raios! Que coisa estranha! Bom, mas se está no cofre, deve ser um iogurte muito bom! Vamos comer, ora pois!Depois de acabarem com todos os potes de iogurte do primeiro cofre, correram para o segundo. Este Joaquim abriu.— Não acredito! — gritou ele — Este também só tem iogurte!- Vamos comer! — disse Manoel, apressado.E lá se vai mais uma leva de iogurte. Então eles vão pro terceiro cofre. Este, com certeza, teria dinheiro.— Iogurte, iogurte, iogurte! — disse Manoel, empapuçado, olhando para um dos seguranças rendidos — Que banco é esse que só tem iogurte?O segurança olha para os dois portugueses e diz, em voz baixa:- Banco de Esperma, senhor!

domingo, 7 de junio de 2009

Pintor holandês (1450-9/8/1516). Sua obra insólita, original e brilhante retrata a vulnerabilidade do homem diante das tentações, idéia dominante na Idade Média. Hieronymus Bosch, pseudônimo de Jerome van Aeken, nasce em Hertogenbosch, mais tarde Boi-le-Duc.

A cronologia de sua vida é dificultada pela falta de registro. Seu nome aparece em documentos da Confraria de Nossa Senhora, de sua cidade natal, para a qual executa trabalhos de 1486 até o ano de sua morte. Das 35 a 40 telas atribuídas a Bosch, apenas sete são assinadas e nenhuma é datada.

Hieronymus Bosch
Entre seus primeiros trabalhos estão Os Sete Pecados Capitais e Ecce Hommo. Em suas telas, vêem-se multidões e figuras estranhas, quase animalescas. Duas delas são particularmente representativas de sua obra.

Imagens a seguir citadas estão em anexo.

A primeira, A Tentação de Santo Antônio, mostra uma composição mais fluida que a dos primeiros quadros. A segunda, O Jardim das Delícias, é considerada seu trabalho mais maduro e descreve a criação da mulher. O pintor é apreciado por seus contemporâneos e exerce, séculos depois, influência sobre os surrealistas.

A tentação de Santo Antonio.

O jardim da delícias

lunes, 1 de junio de 2009

O Rei dos Animais

By ==> Millôr Fernandes

Saiu o leão a fazer sua pesquisa estatística, para verificar se ainda era o Rei das Selvas. Os tempos tinham mudado muito, as condições do progresso alterado a psicologia e os métodos de combate das feras, as relações de respeito entre os animais já não eram as mesmas, de modo que seria bom indagar. Não que restasse ao Leão qualquer dúvida quanto à sua realeza. Mas assegurar-se é uma das constantes do espírito humano, e, por extensão, do espírito animal. Ouvir da boca dos outros a consagração do nosso valor, saber o sabido, quando ele nos é favorável, eis um prazer dos deuses. Assim o Leão encontrou o Macaco e perguntou: "Hei, você aí, macaco - quem é o rei dos animais?" O Macaco, surpreendido pelo rugir indagatório, deu um salto de pavor e, quando respondeu, já estava no mais alto galho da mais alta árvore da floresta: "Claro que é você, Leão, claro que é você!".

Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao papagaio: "Currupaco, papagaio. Quem é, segundo seu conceito, o Senhor da Floresta, não é o Leão?" E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar, mas apenas o de repetir, lá repetiu o papagaio: "Currupaco... não é o Leão? Não é o Leão? Currupaco, não é o Leão?".

Cheio de si, prosseguiu o Leão pela floresta em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a coruja e perguntou: "Coruja, não sou eu o maioral da mata?" "Sim, és tu", disse a coruja. Mas disse de sábia, não de crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça. Encontrou o tigre. "Tigre, - disse em voz de estentor -eu sou o rei da floresta. Certo?" O tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão fixo em si, e disse, rugindo contrafeito: "Sim". E rugiu ainda mais mal humorado e já arrependido, quando o leão se afastou.

Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o elefante. Perguntou: "Elefante, quem manda na floresta, quem é Rei, Imperador, Presidente da República, dono e senhor de árvores e de seres, dentro da mata?" O elefante pegou-o pela tromba, deu três voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro. O Leão caiu no chão, tonto e ensangüentado, levantou-se lambendo uma das patas, e murmurou: "Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado".

M O R A L: CADA UM TIRA DOS ACONTECIMENTOS A CONCLUSÃO QUE BEM ENTENDE.

Millôr Fernandes - Obras..


Nesse ritmo de incompetência as civilizações tropicais vão acabar morrendo de frio.

Patriotismo é quando você ama o seu país mais do que qualquer outro. Nacionalismo é quando você odeia todos os países, sobretudo o seu.

Quando começou a comprar almas, o diabo inventou a sociedade de consumo.
Além de transformarem o Brasil num cassino, viciaram a roleta.

Nascer estadista em país subdesenvolvido é como nascer com um tremendo talento de violinista numa tribo que só conhece a percussão.

Feliz é o que você vai perceber que era, algum tempo depois.

Todos os países são difíceis de governar. Só o Brasil é impossível.

Não há nenhum atleta com espírito esportivo. E nenhum artista trabalha por amor à arte.

O dedo do destino não deixa impressão digital.

Canalhas melhoram com o passar do tempo (ficam mais canalhas.)

Generalizando-se a corrupção, restabelece-se a Justiça.

Além de ir pro inferno só tenho medo de uma coisa: juros.
",) ....Essas fábulas são todas de Millor Fernandes.... (,"

miércoles, 27 de mayo de 2009

Hino Nacional

Precisamos descobrir o Brasil!
Escondido atrás das florestas,
com a água dos rios no meio,
o Brasil está dormindo,
coitado.
Precisamos colonizar o Brasil.
O que faremos importando francesas
muito louras, de pele macia,
alemãs gordas, russas nostálgicas para
garçonnettes dos restaurantes noturnos.
E virão sírias fidelíssimas.
Não convém desprezar as japonesas.
Precisamos educar o Brasil.
Compraremos professores e livros,
assimilaremos finas culturas,
abriremos dancings e subvencionaremos as elites.
Cada brasileiro terá sua casacom fogão e aquecedor
elétricos, piscina, salão para conferências científicas.
E cuidaremos do Estado Técnico.
Precisamos louvar o Brasil.
Não é só um país sem igual.
Nossas revoluções são bem maiores
do que quaisquer outras;
nossos erros também.E nossas virtudes?
A terra das sublimes paixões...
os Amazonas inenarráveis...
os incríveis João-Pessoas...
Precisamos adorar o Brasil.
Se bem que seja difícil caber tanto oceano e tanta solidão
no pobre coração já cheio de compromissos...
se bem que seja difícil compreender o que querem esses homens,
por que motivo eles se ajuntaram e qual a razão de seus sofrimentos.
Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!
Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado,
ele quer repousar de nossos terríveis carinhos.
O Brasil não nos quer!
Está farto de nós!Nosso Brasil é no outro mundo.
Este não é o Brasil.
Nenhum Brasil existe.
E acaso existirão os brasileiros?

jueves, 21 de mayo de 2009

"Dias de sombra, dias de luz"
Jurandir Freire

* Resumo crítico
* Resumo por citação
Por Julyane Andrade